DNS no Ubuntu, com slave e IPv6

Introdução

Olá pessoal!

Eu ainda estou no corre da faculdade, e entre os estudos, a igreja, o trabalho e a família, tem sobrado pouco tempo para escrever. Uma barbaridade! Mas topei numa situação e vou registrar aqui, pois pode ajudar a outros. Configurar dois servidores DNS autoritativos, numa situação master/slave.

Para isso eu recebi uma ajuda também, de um grande amigo que trabalhou no PTT/PR e atualmente está na ;DBUG Internet. Portanto Fabrício, fica aqui o meu agradecimento pela ajuda em ajustar o PTR do IPv6.

E por quê configurar meu servidor DNS para responder IPv6?

Bem, em primeiro lugar porque o esgotamento do IPv4 está aí, batendo na porta. Em segundo, já que vai ter trabalho, já faz tudo de uma fez. Tive um professor chamado Sarkis que defendia a “lei do mínimo esforço para o máximo redimento”. Portanto faz uma vez, bem feito, e isso não fica tomando seu tempo depois.

Eu optei por dois servidores, porque tem como colocar em um só, mas é uma gambiarra. Prefiro trabalhar com dois servidores distintos, para ser uma redundância de fato.

Mas vamos colocar a mão na massa. Leia o resto deste post »


Consultas DNS / DNS Queries

Vou assumir que todos que vão ler esse artigo já sabem o básico sobre DNS, se não sabem podem começar aqui.

Os tipos mais comuns de registros DNS são:

A ( Address record ) Retorna um endereço IPv4, utilizado para mapear um hostname a um IP

CNAME ( Canonical Name record ) Alias de um registro para outro registro

PTR ( Pointer record) Retorna o nome do domínio correspondente ao IP, comumente usado para definir o dns reverso

SOA ( Start of Authority record ) Especifica informações sobre a zona, incluindo o ns primário, e-mail do administrador, e diversos “timers” relativos a tempo de atualização da zona

MX ( Mail Exchange record ) Aponta quais máquina estão aptas a receber os e-mails para o domínio em questão

SPF ( Sender Police Framework record ) Define quem pode enviar emails em nome do domínio. Definido em cima de um registro TXT

Vejamos então, como consultar registros DNS utilizando as ferramentas host e dig, que acompanham por padrão a maioria das distribuições linux atuais.
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